A trombose não acontece apenas em pessoas idosas ou com doenças graves. Em alguns casos, ela surge em pacientes jovens, ativos e aparentemente saudáveis.
Isso acontece porque existem fatores de risco que não são visíveis no dia a dia. Alterações genéticas da coagulação, chamadas trombofilias, podem aumentar a tendência à formação de coágulos mesmo em pessoas sem histórico importante de saúde.
Além disso, fatores como uso de anticoncepcionais hormonais, tabagismo, longos períodos sentado, viagens prolongadas, cirurgias e até desidratação podem funcionar como gatilhos.
Em alguns pacientes, a trombose é o primeiro sinal de que existe uma predisposição genética nunca identificada antes.
O ponto mais importante é entender que juventude e boa forma física não eliminam completamente o risco. Quando surgem sintomas como dor, inchaço assimétrico ou endurecimento da perna, a investigação deve ser feita.