Você sabia que a trombose pode deixar marcas na circulação por anos?

O coágulo pode provocar obstrução da veia e danificar as válvulas responsáveis por conduzir o sangue de volta ao coração. Como consequência, a pressão dentro das veias aumenta e surge a síndrome pós-trombótica.

Peso, dor, inchaço persistente, endurecimento da pele, manchas escuras e, nos casos mais avançados, feridas próximas ao tornozelo são sinais de que a perna continua sofrendo após a trombose.

Por isso, o cuidado não termina quando o anticoagulante é suspenso. É importante respeitar corretamente o período da medicação, manter-se ativo, evitar longos intervalos sem movimentar as pernas, controlar o peso e acompanhar a recuperação da circulação.

A meia de compressão pode ajudar a reduzir dor e edema em pacientes selecionados, mas precisa ter indicação, tamanho e compressão adequados.

Se a perna permaneceu inchada, pesada ou mudou de aparência após uma trombose, não aceite esses sinais como uma consequência inevitável. Uma avaliação vascular pode identificar as sequelas e orientar o tratamento antes que elas avancem.

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